sábado, 18 de junho de 2011

UMA NOTA

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UMA NOTA - O sol penetra pela janela da sala, desejaria que ele alcansasse minha cama, mas não ele pousa nos livros, os livros não precisam de sol tanto quanto eu nesse momento. O frio foi feito para os sadios não para os doentes.Já te falei sobre o desejo de deixar esse estado e ir para outro onde o calor nunca acaba e o sol nunca se põe? São 8:19, o relógio anda ligeiro, eu não preciso me apresar para mais nada.`Para que olhos, para não ver mais nada? Olhos sensíveis, mas sensíveis a quê? Vocês compreendem, não é,  que estamos sós. Sós e aprisionados numa tela. Está me censurando? Claro, você tem ao seu lado aquela natureza jovem, saudável, aquela inteligência que desperta, cheia de promessas... É para a sua amizade que eu apelo. Fale!

MLAILIN

Um comentário:

Arax disse...

Falarei um sonoro: boa tarde, miss M.! Se rebele por hoje contra a estática dos corpos! Mova-se! Deixe o sol fazer uma projeção do teu corpo em movimento pela rua e fotografe isso! Coloca no seu mural e coloca uma tag no meu nome! Falei! kkkk...mega-blaster-beijooooo! Arax