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Mostrando postagens de Fevereiro, 2018

MARCEL PROUST - E minha busca do tempo perdido

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Em busca do tempo perdido
O Narrador me transporta à antiga casa cinza de sua tia Leonie, no vilarejo de Combray, com seus quartos e sala, lindo jardim com todas as flores de verão, os portões por onde se ia até a praça e daí, aos dois caminhos:
um que conduzia a Tansoville, onde estão as flores dos jardins de Swann e o outro para os lados de Guermantes, onde o rio Vivonne, no seu eterno correr, abriga, tal qual nos quadros de Monet, suas lindas ninféias...

Talvez este se torne o meu novo livro de cabeceira onde terei que ler e reler e anotar com caneta aquilo que voltarei sempre a ler em um momento oportuno. Como agora em um pálido dia, transcrevo trechos abaixo: "Vamos! Vamos! Vamos!"
(...) insinuava em mim duas suspeitas terrivelmente dolorosas. A primeira era de que a minha vida tinha já começado (quando todos os dias me considerava como que no limiar da minha vida ainda intacta, e que só começaria no dia seguinte de manhã), mais ainda, que o que se ia seguir não seria mui…