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domingo, 28 de julho de 2013

O bom samaritano


Todo mundo reclama do domingo
mas ninguém sai da TV, do Faustão ou do Fantástico
Eu não suporto nenhum
assim procuro algo diferente pra ler
e encontrei
essa parábola
Sabem o que é uma parábola?

Uma parábola é uma narrativa curta, geralmente fictícia, da qual se deriva uma verdade moral ou espiritual 

Nos dias de Jesus, havia uma notável animosidade entre os judeus e os gentios. 
Com o tempo, a Míxena judaica até mesmo incluiu uma lei que proibia às mulheres israelitas dar ajuda no parto a uma não-judia, visto que isso só ajudaria a trazer outro gentio ao mundo. — Abodah Zarah 2:1.

Os samaritanos eram mais de perto relacionados com os judeus do que os gentios, tanto em sentido religioso como racial. No entanto, eles também eram considerados proscritos. “Os judeus não têm tratos com os samaritanos”, escreveu o apóstolo João. (João 4:9) 

O Talmude ensina que “um pedaço de pão dado por um samaritano é mais impuro do que carne de porco”. Alguns judeus até mesmo usavam o termo “samaritano” como expressão de desprezo e de reprimenda. — João 8:48.


Em vista desta situação, as palavras de Jesus dirigidas a um homem versado na lei judaica eram bem instrutivas. O homem dirigiu-se a Jesus e perguntou: “Instrutor, por fazer o que hei de herdar a vida eterna?” Em resposta, Jesus chamou atenção para a Lei Mosaica, que manda ‘amar a Deus de todo o coração, alma, força e mente’, e ‘amar o próximo como a si mesmo’. O advogado perguntou então a Jesus: “Quem é realmente o meu próximo?” (Lucas 10:25-29; Levítico 19:18; Deuteronômio 6:5) De acordo com os fariseus, o termo “próximo” só se aplicava àqueles que guardavam as tradições judaicas — certamente não aos gentios ou aos samaritanos. Se este inquisitivo advogado pensava que Jesus apoiava este conceito, estava para ficar surpreso.

Jesus respondeu à pergunta do homem por contar uma parábola. “Certo homem”, disse ele, “descia de Jerusalém para Jericó”. A distância entre Jerusalém e Jericó era de cerca de 23 quilômetros. A estrada que ligava essas duas cidades tinha curvas acentuadas e rochedos nas suas margens, que facilitavam aos ladrões esconder-se, atacar e fugir. Aconteceu que o viajante da parábola de Jesus “caiu entre salteadores, que tanto o despojaram como lhe infligiram golpes, e foram embora, deixando-o semimorto”. — Lucas 10:30.
“Por coincidência”, continuou Jesus, “certo sacerdote descia por aquela estrada, mas, quando o viu, passou pelo lado oposto. Do mesmo modo também um levita, quando, descendo, chegou ao lugar e o viu, passou pelo lado oposto”. (Lucas 10:31, 32) Os sacerdotes e os levitas eram instrutores da Lei — inclusive da lei a respeito do amor ao próximo. (Levítico 10:8-11; Deuteronômio 33:1, 10) Certamente, eram eles os que se deviam ter sentido compelidos a ajudar o viajante ferido.

Jesus prosseguiu: “Certo samaritano, viajando pela estrada, veio encontrá-lo.” A menção do samaritano, sem dúvida, aumentou a curiosidade do advogado. Endossaria Jesus o conceito negativo referente a esta raça? O samaritano, ao contrário, vendo o viajante infeliz, “teve pena”. Jesus disse: “De modo que se aproximou dele e lhe atou as feridas, derramando nelas azeite e vinho. Então o pôs no seu próprio animal e o trouxe a uma hospedaria, e tomou conta dele. E no dia seguinte tirou dois denários, deu-os ao hospedeiro e disse: ‘Toma conta dele, e tudo o que gastares além disso, eu te pagarei de volta ao retornar para cá.’” — Lucas 10:33-35.


Jesus perguntou então ao indagador: “Qual destes três te parece ter-se feito próximo do homem que caiu entre os salteadores?” O advogado sabia a resposta, mas parecia relutante em dizer “o samaritano”. Em vez disso, replicou simplesmente: “Aquele que agiu misericordiosamente para com ele.” Jesus disse então: “Vai e faze tu o mesmo.” — Lucas 10:36, 37.




Um comentário:

VM disse...

Comentando...
nada de novo nem de antigo, não é?
Ainda hoje se odeiam, se matam, .......... Ups, aposto que alguns se amam (secretamente)