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segunda-feira, 25 de junho de 2012

PASSADO REMOTO

FUTURO

 Há muito tem sido assunto popular. 

Vá a qualquer biblioteca e provavelmente achará uma prateleira cheia de livros sobre o assunto. Um exame mais detido revelará que muitos desses livros foram escritos 20 ou mesmo 30 anos atrás. 
Por exemplo, o romance satírico 1984,de George Orwell, publicado em 1949, pintou o quadro de uma sociedade desumanizada sob governo totalitário. 
E em 1962, o livro Silent Spring (Primavera Silenciosa-Tenho ele mofando na estante), de Rachel Carson, trouxe a atenção mundial para os perigos da poluição ambiental devido ao uso indiscriminado de substancial químicas.
Desde então, a lista dos livros mais vendidos
ficou repleta de obras sobre o assunto.



O autor de um dos livros mais vendidos, A Bomba Demográfica  Paul Ehrlich., que desde os anos 60 tem escrito e divulgado pelo rádio e TV assuntos sobre o meio ambiente, teve o seguinte a dizer: “Em certos sentidos, já avançamos muito. Temos a Lei Nacional de Política do meio Ambiente, temos declarações de impacto sobre meio ambiente, e assim por diante. Mas, nem de longe é progresso suficiente para acompanhar o ritmo em que estamos degradando as coisas. Acho que desperdicei muitas palavras.” 
Ele resume assim suas esperanças para o futuro:
“Se completamente otimista fosse 10, e completamente pessimista fosse um, eu marcaria cerca de um vírgula dois.” 

Assim, todos os livros, relatórios, estudos e conferências nas últimas décadas pouco fizeram para mudar a mentalidade e a atitude da maioria das pessoas quanto ao futuro.




Em 1985



Brzezinski, junto com outros líderes mundiais, foi

entrevistado pela jornalista Georgie Anne Geyer, quando ela

 preparava um artigo publicado em 1985, intitulado “Nosso

 Mundo em Desintegração”. Neste artigo, ela citou Brzezinski

 como tendo dito: “Os fatores que contribuem para a

 instabilidade internacional estão, em sentido histórico,

 levando a melhor sobre as forças que trabalham em prol da 

cooperação mais organizada. A conclusão inevitável de 

qualquer análise imparcial das tendências globais é que o 

tumulto social, a inquietação política, a crise econômica e a 

fricção internacional provavelmente se ampliarão no restante 

deste século.”



Bom, em 1985, alguém disse isso prevendo nossos dias. O 

que se diz hoje em 2012?




Não se desperceba 


do efeito da amplamente praticada 

manipulação da informação,

ou mesmo distorção, 

feita por 

governos que se dizem democráticos



Seu governo foi posto na balança


Acordou como atual

dormiu como ex.



Para milhões de pessoas ao redor do mundo, as violações dos direitos humanos são impossíveis de ignorar.
O seu triste cotidiano ainda é marcado pela discriminação, pobreza, fome, perseguição, estupro, abuso de crianças, escravidão e morte violenta. Para essas vítimas, as promissoras condições prometidas na volumosa pilha de tratados sobre direitos humanos estão a milhares de quilômetros distantes do mundo que elas conhecem.
Para o grosso da humanidade, até mesmo os direitos básicos alistados nos 30 artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos ainda são uma promessa não cumprida



Em 10 de dezembro de 1997,
Dia dos Direitos Humanos, a primeira-dama dos Estados Unidos, Hillary Clinton, disse à ONU que o mundo continua a “tratar as mulheres como cidadãs de segunda classe”. 


Onde estão os direitos humanos para os humanos direitos?








                            Nosso mundo se desintegrando...


Em muitas partes do mundo, há forças já prontas, bastando 

que seja dada uma ordem, para invadir a prefeitura, 

interromper uma audiência pública forense, devastar uma 


universidade, ou fazer ir pelos ares uma embaixada. . . .


O clamor por justiça


pela liberdade absoluta é virulento. . . .


O único ideal político e social, a única força motivadora 


destes tempos é o Separatismo, não importa sob que outros 


farrapos da filosofia mais antiga ele se disfarce.


Se não se trata ainda do Colapso, é inegavelmente o 


Rompimento.


Será que o “Rompimento” levará em breve ao “Colapso”, e, 


se assim for, que conseqüências trará para o mundo em que 


vivemos?


Na verdade, os governos estão sendo julgados e 


pesados na balança.


Quem viver verá





Canalizando...

Ficar escrevendo sobre a situação atual


só traz indignação

Que teria sido de Voltaire ou Erasmo de Rotherdam

se...

Não fosse a canalização


"Enquanto me davam a extrema-unção,

Eu estava distraído…

Ah, essa mania incorrigível de estar

Pensando sempre n’outra coisa!

Aliás, tudo é sempre outra coisa

- segredo da poesia –

E, enquanto a voz do padre zumbia como um besouro,

Eu pensava era nos meus primeiros sapatos

Que continuavam andando, que continuavam andando,


Até hoje

Pelos caminhos deste mundo".

Mario Quintana





MLailin






2 comentários:

ferreiralopes disse...

Olá!
Obrigado, vou passar a seguir o seu blogue.
O meu próprio é muito intimista...
Um abraço de Lisboa.

marcia lailin disse...

Obrigada
ferreiralopes
mesmo assim passe o link do seu